Eu quero ter esperança, Cristovão!




Cristóvão Borges comanda treino do Flamengo nesta quinta-feira (Foto: Gilvan de Souza/ Fla Imagem)

Tem algumas coisas do Cristovão que me dão esperança de um Flamengo melhor. Algumas coisas. Mas aí, logo depois (ou um pouco antes) vem algo que me acorda para a realidade e faz a esperança se transformar em desconfiança, de novo!

Gostei de saber que o Flamengo que o nosso técnico quer, é perto do Flamengo do primeiro tempo contra o Santos. Gostei de saber porque eu também gostei do Flamengo do primeiro tempo contra o Santos. Porém, não dá para ele ter, num time, um jogador que pede para sair cansado aos 10 minutos do segundo tempo. O que o Alan Patrick fez, definitivamente, não é coisa de jogador profissional de futebol.

A minha esperança se transformou em desconfiança quando o Cristovão diz que as criticas que ele receber 'parecem' ser pessoais. Igual aquele jornalista que disse que as vaias que o Cristovão recebeu são porque ele é negro, ou seja, tem cunho racista. Não dá para ter esperança num técnico que não tem autocritica e vem com essa bobagem de colocar a culpa em crítica em terceiros. E aí, não há concordância com o primeiro tempo de um jogo que me faça ter confiança em um técnico. Nem que fosse um que já me agradasse.

Talvez seja bacana o Cristovão analisar porque ele morre sempre com uma substituição, porque demora a substituir, porque já colocou times em campo que nunca treinou, porque não consegue se decidir qual é a melhor formação do time e porque tem um aproveitamento ruim no comando do Flamengo. Ou há algum tempo você imaginaria com quase o mesmo número de vitórias do que de derrotas no comando do Flamengo?

Está mais do que na hora de deixar essa coisa de pessoal, de racismo, disso e daquilo e focar no que interessa: desempenho em campo. O desempenho em campo do Flamengo está ruim, de uma forma geral. São jogadores que morrem no segundo tempo, que aparecem em rede social com cara de bêbado, que não obedecem nenhum sentido tático em campo. Torcedor não é obrigada a aplaudir desempenho pífio e o que aconteceu no segundo tempo contra o Santos, embora eu continue achando que, se não fosse as falhas do Paulo Victor, poderíamos ter saído com a vitória.

Vamos trabalhar que eu quero ter esperança, Cristovão. Vamos botar o pessoal pra correr?

Saudações!


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