Coitadismo não, fera!




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A praga do coitadismo vai acabar com o mundo. Simplesmente porque acaba com relacionamentos que poderiam ser bacanas, vão desgastando as pessoas e as pessoas que deixam se contaminar com essa praga deixam de buscar o melhor, seja em que aspecto for, para se esconder atrás do coitadismo.

Quantas vezes você já viu uma pessoa que tem potencial para fazer mais do que faz dar alguma desculpas e se colocar numa posição inferior, seja por raça, gênero, religião ou posição social?

Eu já vi e presenciei coisas que dá até tristeza de lembrar. A pessoa vai se sabotando, como se não soubesse como chegar ao objetivo final. E, não chegar nesse objetivo final, vai criando obstáculos, desculpas para não assumir uma culpa que, acreditem, ajudaria muito no processo para se ter sucesso no projeto. Vamos usar dois exemplos no Flamengo? 

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Quando a Patricia Amorim ia para o microfone falar sobre críticas ao seu mandato e dizia que as críticas era porque era mulher, ela se colocava inferior por causa do seu gênero. Todo mundo que estava ali sabia que a incompetência administrativa dela que ferrou com o Flamengo não era porque ela era mulher. Se mulher não tem nada a ver com isso. Em vez de olhar para frente, pedir ajuda, ela se escondeu nesse coitadismo de gênero. Pegou isso como desculpa e, se bobear, ainda fala isso nos dias atuais. Porque o coitadismo é assim, uma praga que perdura por anos e anos, sem, as vezes que a pessoa perceba.

Não quero acreditar que o atual técnico do Flamengo vá usar o coitadismo de raça para justificar a falta de incoerência e a incompetência em substituição, além de não treinar jogadas ensaiadas em bola parada, que são tão importantes que nos últimos dois jogos, o Flamengo tomou dois gols desse jeito. Não quero acreditar que um profissional top, que ganha seis dígitos em salário venha com essa palhaçada de racismo, como motivo de críticas da torcida com o time do Flamengo.  Os motivos das críticas, intensas, não tem a ver com a cor de pele. Tem a ver com a melhora MUITO LENTA de um time que não consegue se desenvolver em campo. Vamos trabalhar e deixar de ir a televisão pagar de coitado.

Fico bem irritada com o coitadismo, sob qualquer aspecto. Ver o Flamengo nesse mimimi de racismo e o técnico do time cogitar isso em vez de arregaçar a manga, trabalhar e deixar de morrer com uma substituição, por exemplo, me entristece.

Coitadismo não, fera. O Flamengo não é lugar de desculpas e nem de bla bla bla para incompetência.

Saudações!




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