Espaço Rubro-Negro marca gol de placa empregando refugiados





Prince segura uma camisa pedinda paz no mundo ao lado de Eduardo Bandeira (Foto: Divulgação)

Abri as notícias do Flamengo esperando basquete, Orlando Magic, futebol mas o que me encantou mesmo foi uma notícia sobre refugiados. E o Flamengo tem tudo a ver com isso.

A Fla-Refugiados é uma torcida que foi criada por pessoas que abraçaram o Flamengo quando chegaram no Rio de Janeiro refugiados do seu país. Agora é a hora do Flamengo abraçá-los.

Num processo inédito, as lojas licenciadas do Flamengo abriram 10 vagas de vendedores num programa de empregos exclusivo para refugiados.

Ter um emprego é o ponto de partida para estruturar a vida de qualquer pessoa. Imagina de uma pessoa vindo de outro país, como refugiado, para fugir de uma situação precária no seu país de origem. São histórias que se repetem a cada dia e que muitas acabam mal. Tão mal que não gosto nem de lembrar do menininho morto na beira da praia.

A excelente iniciativa do Espaço Rubro-Negro, que teve o processo liderado pelo Marcelo Plaisant, é para bater palmas. É para ser seguido, copiado e exaltado. E muitos dizem que o Flamengo é apenas futebol.

A reportagem que me encantou fala em gol de placa o seu final. A definição não poderia ser mais perfeita. Um gol de placa que fez muito rubro-negro, como eu, ter orgulho de ser Flamengo.

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