Hernane: amadorismo ou falta de sorte?




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De volta ao início da temporada, se fizermos um retrospecto o Flamengo estava em vias de vender seu melhor atacante, artilheiro do Brasil no ano anterior praticamente em vias de começar a sua principal competição do ano, A Copa Libertadores da América.

O motivo não era outro senão a falta de dinheiro nos cofres do clube. A situação financeira do Flamengo nunca foi tão boa, mas não está nem perto de ser algo menos alarmante do que como está sendo tratada pela diretoria atual, diretoria que, diga-se de passagem, é a única no futebol brasileiro que nada contra a maré, com uma política de austeridade financeira que prima por pagar as contas e evitar novas dívidas.

O torcedor chiou, protestou, brigou e o Brocador ficou, porém o resultado da falta de dinheiro se refletiu dentro de campo, o Flamengo mais uma vez passou vergonha na competição sul americana.
O tempo passou, a crise financeira não. As pessoas no comando do Flamengo sabem que conseguir dinheiro, junto a bancos e investidores, custa caro e este é um recurso que o clube não gostaria de utilizar. Então veio a segunda tentativa por Hernane.

A direção, demorou, negociou, acertou o valor à vista, buscou garantias e negociou o jogador, que também queria ter a oportunidade de fazer seu pé de meia lá fora, nada mais justo para um atleta que honrou o manto como ele no Maracanã.

Mas em como toda negociação e principalmente se tratando de uma negociação internacional, o clube não recebeu a contrapartida prometida na negociação. Isso acontece nas melhores e piores famílias, digo, transações. Não é comum, quando se trabalha direito com pessoas sérias, costuma não acontecer, mas acontece.

Foi amadorismo ou foi má fé do Sheik? Um pouco de cada coisa. Prefiro pensar que é um mundo muito novo para estes senhores que dirigem o Flamengo, lidando com um ambiente muito viciado, em que as coisas funcionam muito de uma forma muito torta. Este pode ser o principal ponto negativo desta gestão, eles não sabem como se comportar no mercado. Mas há acertos e erros, alguns acertos fruto de mera sorte, exemplo o caso do Paulinho que veio como contrapeso numa negociação, como erros fruto de pura falta de sorte, eu acredito que este é o caso do Hernane.

SRN

Autor: Bruno Henrique de M. Nogueira, de Caruaru-PE
twitter: @brunohenriquemn


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