Pós-Jogo: O nó que não foi desfeito!




Everton, Atlético-PR X Flamengo (Foto: Joka Madruga / Agência estado)

Conseguir a vitória era difícil mas não impossível. Entrando em campo sem tomar conhecimento dos donos da casa, com menos de 10 minutos do primeiro tempo, já estava na frente. Só lamento que ao final do primeiro tempo, esse o Atlético PR virou o placar. No segundo tempo, Luxemburgo deu um nó no time ao realizar três substituições de uma vez só e o time não conseguiu se desenvolver. Cozinhando o jogo até o fim, o Atlético ficou com a vitória e fez com que o Flamengo perdesse mais uma na Arena da Baixada

Primeiro gol do Flamengo e a primeira polêmica de jogo. Se qualquer bola na mão fosse marcada na área, não seria gol. Mas será que Eduardo da Silva teve intenção? A polêmica no lance está na posição de impedimento. Na minha opinião, GOOOOOL legal! A partir daí, a Avenida Léo Moura entrou em ação. No primeiro gol, o jogador que o cara driblou na direita da defesa do Flamengo foi o lateral esquerdo Anderson Pico, que chegou desesperado para cobrir o buraco na avenida. No segundo gol, o vacilo do zagueiro Marcelo, também pela direita da defesa, foi coisa de juvenil. O pênalti que ele fez beira ao inacreditável. A performance do Flamengo não foi ruim no primeiro tempo, teve momentos que não deixou o Atlético PR jogar mas levou dois gols em vacilos de jogadores que não pode, mesmo, acontecer.

Flamengo começou o segundo tempo bem, empurrando o Atlético pra a defesa. As jogadas são tentadas pelo lado direito de ataque, mas o Luiz Antonio não está num bom dia. Nem ele, nem o Marcelo na defesa. Aliás, que dia para os dois. Tentando mudar o placar do jogo, Luxemburgo fez as substituições no Flamengo, todas de uma vez só: Eduardo Silva, Anerson Pico e Cáceres saíram e entraram Nixon, João Paulo e Muralha. Bagunçou o time todo. Muralha e Luiz Antonio testaram a paciência do torcedor e com Everton num dia pouco produtivo, sendo vaiado pela torcida cada vez que tocava na bola, faltou inspiração para o Flamengo mexer no placar. E se não fosse o Paulo Victor, o placar poderia ser maior.

Algumas coisas me chamaram atenção nesse jogo:

- Choveu muito na Arena na Baixada e o Flamengo não chutou uma bola ao gol.

- Márcio Araújo faz muita falta para cobrir as falhas do Léo Moura pela direita.

- Canteros joga demais. Mas não dá para insistir em lançamentos curtos da intermediária para atacantes baixos no meio da área do adversários.

- Não dá para o Eduardo da Silva jogar como atacante de referência na área. O futebol dele cai muito e ele fica muito ausente do jogo.

Foi uma derrota que o Flamengo não pode se lamentar muito. Não jogou para vencer, não mereceu sequer empatar. Não conseguiu desamarrar o nó que o treinador deu nas substituições.

Vida que segue! É descansar para enfrentar essa reta final de ano, com os últimos jogos do Brasileirão e as semifinais da Copa do Brasil.

Saudações!

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