Os "velhinhos" que foram incansáveis




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O time do Flamengo ficou nervoso com o que poderia ser o sexto jogo sem vitória e insistia em dar chutão para o ataque. Chicão, um dos mais experientes, em vez de tocar a bola para companheiros, parecia a parede num paredobol, rebatendo toa a bola que vinha com chutões para frente. Léo Moura sofria com o ataque pelo seu lado. Quando olhei o relógio com 26 minutos do segundo tempo, pensei comigo: se o Flamengo colocar a bola no chão, vence esse jogo. Mas se continuar desse jeito...

Por incrível que pareça, com a entrada do Gabriel e Muralha, o time do Flamengo começou a tentar colocar a bola do chão e tocar entre si. E foi pela direita, que antes era atacada elo Figueirense, que nasceu o gol do desempate. Com Canteros, Gabriel e Léo Moura, o Flamengo comprovou que a melhor defesa é o ataque e o capitão, que antes sofria na defesa, foi ser feliz no ataque.

Nos últimos 10 minutos de jogo, Léo Moura foi incansável. Até mesmo nas laterais que ele poderia demorar, se mostrar satisfeito com o empate, ele não o fez. Com as reposições de bolas rápidas, não deu ar ao Figueirense, que sucumbiu a pressão. Numa jogada que começou nos pés do capitão, Chicão, num lance que a sorte veio para o nosso lado, colocou na cabeça do Nixon que fez o gol da vitória. Observou quem estava na área pressionando, né? Os velhinhos Léo Moura e Chicão.

A pressão valeu a pena, os três pontos vieram. Com essa disposição, como não acreditar na vitória em cima do líder do campeonato? Pois é, nosso próximo adversário, no Maracanã. Depois do que foi o jogo no primeiro turno, com aquele esporro memorável que não deu em nada do Ximenes, estou esperando uma sorte melhor, com o Mengão conquistando mais três pontos. Se for no ritmo dos velhinhos, tá valendo.

Vamos Flamengo!


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