Duvido que você largue

"Hoje é um dia de ressaca. Saca aquela coisa de você não querer ver ninguém porque seu humor além de estar péssimo, as pessoas viram pra você e falam: "O que aconteceu ontem?" Igualzinho quando você paga um vexame porque bebeu demais. Aí acaba com a maldita ressaca.

Mas a minha ressaca não é da bebiba que eu não bebi. Mas a vergonha… Ah, a vergonha…

De repente, falta vergonha na cara para vir aqui e falar mal do time do Flamengo, que ontem me fez passar um vexame. Vexame daqueles imperdoáveis.

Queria muito, mas muito mesmo falar de como o Alvaro se posiciona mal, de como o Toró se tornou uma peça nula no esquema do Flamengo, do Andrade que está mais Joel Santana que nunca, do Bruno que anda falhando muito, do Juan que anda burocrático demais, do Willians que eestá achando que é Sócrates, do Adriano com sua dor interminável de corno.

Mas eu pararei por aqui. Aprendi na vida que as coisas tem o valor que a gente dá. É assim com uma oportunidade perdida, com o namorado traidor, com o jogo não vencido e que precisava se vencer. Quanto mais a gente fala, mas ele têm importância. Toda essa tristeza pelo vexame vai passar. Com o Flamengo, fuderosão, sempre passa.

Então hoje, pelo menos até domingo, levarei pra minha vida aquelas palavras que eu canto no Maracanã olhando pro céu e com os braços estendidos: "Eu, sempre te amarei, onde estiver estarei".

Você já viu alguém que largou a "cachaça" depois da dor de cabeça do dia seguinte?"

Esse texto foi publicado originalmente no blog do "Eu sou Flamengo".
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