"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas". Parte II





Eduardo Bandeira de Mello e Vagner Love Flamengo (Foto: Fred Huber / Globoesporte.com)


Quando o Love chegou no Flamengo em Janeiro de 2012, escrevi um texto com esse titulo acima. Por isso que esse texto agora é a parte II.

Nesse texto, mais do que comemorar a volta do Love, eu comemorava a energia que ele trazia de querer jogar  e se orgulhar de jogar no Flamengo. E continuo com essa mesma impressão. A energia realmente foi ótima. Pena, mesmo, que ao longo de 2012, o Love tenha trocado essa energia de querer jogar no Flamengo pelo apoio irrestrito a ex-mandatária do Flamengo.

O apoio é do Love e quem sou eu para questionar isso. Mas uma das coisas mais coerentes que li, rapidamente, foi escrita no Twitter, pela Cris Marassi. "A coisa ficou russa pro Love desde que ele decidiu apoiar a campanha da Paty. Nem foi tão bom enquanto durou. #AdeusLove". Não ganhou nenhum titulo, terminou o ano brigando com a bola e com a torcida insatisfeita com o apoio a uma presidenta que era impopular!

Vagner Love foi responsável pela chegada calorosa que recebeu, com apoio quase unânime da torcida e é o responsável pela saída fria, como a Rússia, que está tendo. A devolução ocorre por que o Flamengo não tem condições de pagá-lo. Fruto da irresponsabilidade do ex-vice de finanças que fez um negócio sem condições cumpri-lo.

Se essa saída é política, justamente por causa disso acabei de escrever, eu não sei e acho que só o tempo dirá.

Mas o Vagner Love é mais um exemplo do quanto Antoine de Saint-Exupéry tem razão. E o que cada um é responsável por aquilo que cativa!



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