4 de maio de 2010

Bota ele, Rogério!


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Depois de um ínicio de ano desastroso, onde quase foi mandado embora do Flamengo pelo diretor de futebol, está chegando a hora do Pet arrebentar.  Embora as atuações dele não esteja agradando nem a mim e nem a torcida do Flamengo, a forma como ele entrou no último jogo contra o Caracas, dando ordens, gesticulando não pode ser ignorada. 

Não pode ser ignorada porque ele colocou, neste mesmo jogo, duas bolas em condições para o atacante fazer o gol. Esse tipo de jogador está cada vez mais escasso no futebol mundial. É claro que no Flamengo não seria diferente.

PessoALL, o Pet é o Pet. Ele é craque. Ele é, com o perdão da palavra, FODA. Quando ele quer, ele ainda é um jogador competitivo, que tem a raça que o identifica demais com a Nação.

O grande problema dele é ele querer. 

E no momento, é ele fazer. A oportunidade tem que ser dada.  

Para o bem do Flamengo.  Não é não Ivan?

Espero que você tenha gostado desse texto!

Um comentário:

  1. Valeu pela menção Dani!

    Você acaba de me forçar a romper meu voto de silêncio pra esta semana... rsrs

    Antes de qualquer coisa, deixe-me expor aos teus leitores algo que já compartilhei contigo via twitter. As pessoas confundem minha defesa intransigente da fundamentalidade do craque, da presença do diferencial, com tietagem explícita ao Petkovic.

    É óbvio que o Pet é um maestro, um genial jogador de futebol, como há muito não vemos, daqueles que podemos rotular de "das antigas".

    Faz a bola correr (ou não!), de acordo com as necessidades da partida; é capaz de, num átimo, vislumbrar aquilo que outros não conseguem numa partida inteira e, num lançamento ou passe preciso, desatar o nó em uma partida amarrada, tensa, difícil. Ou mesmo de criar um lance de pura mágica, com dribles desconcertantes de tão simples, e fazer um golaço. Note que nem menciono a bola parada, outro de seus diferenciais!

    E é por estas características que o defendo pois, guardadas as devidas proporções, presenciei o que Zico podia tirar da sua mágica cartola num jogo difícil. E é nestas horas que vemos o quanto um craque em campo faz a diferença. Não adianta comer a bola num jogo fácil, tranquilo. As verdadeiras batalhas é que diferenciam os homens dos meninos!

    Pra ficar num só exemplo, alguém ainda se lembra, em detalhes, do jogo contra o Palmeiras no Brasileirão passado? O quanto sua genialidade foi fundamental pra desestruturar um adversário que pressionava muito e já mandava nas ações da partida? Pois é!!

    São as características que fazem com que eu defenda e, merecidamente, reverencie o Monstro Dejan Petkovic. Devemos aproveitá-lo ao máximo, enquanto ele ainda joga, pra não ficarmos apenas lamentando sua ausência, num saudosismo melancólico, quando ele enfim se retirar.

    Querer ele quer, já demonstrou inúmeras vezes; os sinais que você mencionou são apenas muito mais visíveis até para quem duvidava, mas estão longe de terem sido os primeiros ou únicos. Para enxergá-los, o que é preciso é ter a mente aberta e saber respeitar sua personalidade.

    A verdade é que a ele jamais foi dada a oportunidade de uma sequência de jogos após condicionar-se. Se demorou um pouco mais, o que é verdade, isto não desmerece o fato de que já ocorreu e vale a pena apostar. Que me desculpem os Pachecos, os Michaels e os Ramons da vida, mas o craque sempre fará a diferença!

    A hora de recolocá-lo como titular no Flamengo na verdade já passou há muito, mas antes tarde do que nunca, pois aí sim lamentaremos e sairemos à caça dos culpados!!

    Beijão e SRN

    Ivan Pantaleão
    blog Aqui é Flamengo, Moleque!

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