Árbitro adicional na linha de fundo é uma boa pedida para o futebol?





Alexandre Vidal/Fla Imagem

O jogo do Flamengo contra o Vasco serviu para (re) acender mais uma polêmica no futebol, além da interminável discussão se já não está na hora de usar recurso eletrônico: a função do juiz de fundo de campo.

Sinceramente, nem sei como chamá-lo. É auxiliar de fundo? Auxiliar de meta? Auxiliar 4 e 5 do juiz principal? Árbitro adicional?

A ideia é boa. A intenção, creio eu, é ter dois olhos abertos no que acontece dentro da área, no empurra e empurra, nos penaltis duvidosos, nas bolas que entram o não entram no gol... Tentar tornar o futebol o jogo mais limpo possível é válido e enquanto o aparato tecnológico não chega a todos os jogos de futebol, o uso desse árbitro poderia amenizar a sensação de injustiça no resultado de uma partida, como foi nesse jogo em questão.

Muita coisa poderia ser flagrado por esse auxilia mas, na maioria dos jogos, ele ele fica tão parado, quase despercebido, como um fantoche e gesticula tão pouco que quase nunca age. Difícil lembrar de um penalti que tenha sido dado por esse profissional, por exemplo.

O tipo de lance que aconteceu no jogo em questão, que TODO MUNDO viu que foi gol, esse auxiliar tinha tudo para mostrar serviço, um gol legítimo com a bola batendo na trave e quicando depois da risca foi ignorado. Será que é falta de poder? Será que é falta de coragem?

O fato é que houve um prejuízo a um time e a função desse profissional não foi cumprida. Do outro lado, num lance mais difícil, o outro auxiliar validou o gol corretamente e fez valer a sua função em campo.

Como já disse, a ideia de ter um auxiliar na linha de fundo é boa. Mas tem que se dar mais poder, uma maior participação a eles. Se não, serão peças nulas que serão, sempre e para sempre, criticados.

Até a próxima.


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