Cartão vermelho pra crise









Em uma quarta feira para muito rubro negro não esquecer tão cedo, o Flamengo foi a Venezuela e trouxe os 3 pontos, mesmo com um jogador a menos quase que o segundo tempo inteiro. E embora o time vencido seja da Venezuela, país com tradição discutível no futebol, vale sim toda essa pompa. Vale porque fazia não sei quanto tempo que esse time não perdia no seu próprio estádio. Vale porque o Flamengo jogou quase que o segundo tempo todo com um jogador a menos. Vale porque, pelo menos ontem, entendemos que Libertadores é para poucos mas um jogo vale muito.  Veja aqui os gols do jogo de ontem.

Além do Vagner Love ter destroçado minha língua de tão queimada que ela está, não posso deixar de falar do Fabrício que deu uma tranquilidade a zaga imensa. Impressionante mesmo como a simples entrada dele fez com que o sistema defensivo do Flamengo melhorasse sensivelmente. E nem posso deixar de falar do Bruno também que depois de uma declaração infeliz, inoportuna e inadequada mostrou que jogador de futebol tem mesmo que ficar fora dos holofotes e dos microfones. Com as defesas seguras que ele fez ontem, mostrou que pelo menos uma declaração dele não estava errada: "Quer noticia vai atrás de artista".

Trazer os 3 pontos foi muito importante. Libertadores tem que somar pontos. Dentro e fora de casa. Com 11 ou com 8 jogadores. Com o craque do time ou sem o craque do time. 

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Eu não vou fazer uma "análise" do cartão vermelho do Toró. Pra mim, pior foi o drible infantil que o Alvaro levou e que originou o gol do Caracas.  Eu tenho uma teoria para jogador que leva cartão vermelho de bobeira, que não se aplica em todo o caso. O que se aplica nos cartões vermelhos que o Willians e que o Toró levaram é que Libertadores é diferentes de Campeonato Brasileiro e Carioca. E todo o time deve aprender isso o mais rápido possível.

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