Acabou o caô. De vez!










Guerrero se despediu do Flamengo sem mostrar ao que veio. Veio para ser campeão e elevar o nome do Flamengo mas colocou o nome do clube nos jornais que noticiam doping, além demonstrar o quanto um jogador pode ser descompromissado com o clube em prol da seleção do seu país.

A vida do Guerrero não foi só coisa ruim. Ele foi o primeiro grande jogador (principalmente em termos financeiros) que chegou nesse novo Flamengo e demonstrou que o clube paga sim seus jogadores sem atrasar salário. Chegou como status de craque, para se tornar o ídolo da Nação. Carinho da torcida nunca faltou. Eu estava no Maracanã no jogo contra o Inter, que marcou a volta dele aos gramados. É difícil ver aquele carinho com algum jogador nos dias de hoje.

Ao Guerrero no Flamengo faltou, na minha opinião, o reciproca do carinho dado. Não houve, principalmente nos últimos momentos, nenhuma retribuição ao torcedor por parte do Guerrero. Mas futebol é assim mesmo: só quem é romântico é o torcedor.

Ele poderia ter saído pela porta da frente, como entrou. Porém, nada do que ele fez, principalmente no último ano de contrato, faria ele sair por esta mesma porta.

Da promessa a novo ídolo ao pivô debochado até por torcedor do Flamengo, o caô acabou. De vez!

Saudações!


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