24 de abril de 2009

Fica Capitão


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Queria escrever esse texto antes da final, que pode ser o fim da carreira do Fábio Luciano. Quando ele chegou, em 2007, o Flamengo tinha 33 % de aproveitamento no campeonato brasileiro. Foi a primeira contratação do então técnico Joel Santana.

Até 2007 não tínhamos um grande capitão, como foi o Zico. E nem um zagueiro xerife, como foi o Rondinelli ou até mesmo o Gamarra. O Flamengo se ressentia de um jogador que vestisse o manto. Vestisse como uma segunda pele, como o Junior e outros tantos fizeram. O Flamengo estava baqueado.

Logo quando foi posto com capitão, começou a se destacar pela postura fora de campo como líder e dentro de campo como guerreiro. Sabe aquele cara que não gosta de perder nem o cara e coroa? O Fábio é esse cara. O cara que vestiu o manto como segunda pele. Aquele que demonstrou o que é vestir a camisa do Flamengão a tantos outros jogadores.

Por isso, fica desde já, o meu agradecimento ao Capitão. Como rubro-negra, ver a alegria dele no gol contra o Bostafogo no domingo, com os punhos cerrados, me emociona. Me encanta.

E se a torcida pede, eu também peço. Fica Capitão.
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