Um grande ídolo faz a diferença








Gosto dos grandes ídolos. Fui acostumada assim no Flamengo. Quando o Zico deixou os campos, deixou o Júnior. E depois veio o Romário. E depois veio o Pet.


Nos períodos que o Flamengo não tinha uma grande referência, penamos no abismo da segunda divisão. Penamos com goleadas em tarde de sábado e domingo que revoltava qualquer rubro-negro, mesmo aquele que só sabe o Flamengo ganhou pela quantidade de camisa na rua. Penamos com a chacota da torcida arco-iris e muitas vezes, muitos times faltavam com o respeito. Os próprios dirigentes do Flamengo faltavam com respeito com o time. Imagina prometer devolver dinheiro do torcedor se o time não ganhasse. Vergonha alheia desse povo.


Mas desde o campeonato de 2007, a coisa mudou. Se eu fizer uma enquete no campo dos comentários, tenho certeza que mais de um nome aparecerá e isso significa que há de novo uma puta identificação da torcida com o jogador. E do jogador com o Flamengo.





Não sei se conquistaremos a vaga para Libertadores e sequer o título do campeonato. Mas essa nova identidade do Flamengo, com os adversários voltando a ter medo do lado de cá do campo é bom demais. E é nessa magia que eu acredito para descrever parte do bem que eu tenho pelo Flamengo. 

Comente:



Nenhum comentário

Comente, sempre, com educação. Se você é do Twitter, do Facebook ou de outra rede social, deixe o seu contato para que eu possa agradecer.
Ah, não esqueça nunca: UMA VEZ FLAMENGO, SEMPRE FLAMENGO!

Tecnologia do Blogger.