Até quando o cenário será desculpa para o mau rendimento?









Não é coincidência que o Flamengo tenha levado gols dos adversários nos últimos momentos dos dois últimos clássicos. Não é coincidência o time não conseguir definir os jogos com as oportunidades que tem. Não é coincidência a postura pastel do time, que tem como comandante um técnico irônico numa coletiva que acabou de ceder um empate, num clássico com seu maior rival. Não é coincidência simplesmente porque coincidências não existem.

Por acreditar que elas não existem, é que meu emputecimento com o jogo de ontem extrapolou qualquer "mas é carioca, carioca não vale nada."  Vale sim. Vale sim porque na hora de criticar um time, vem com um "nem carioca ganharam". Então, como não vale nada?

No jogo passado, da Libertadores, que o time venceu na altitude, se superando, não deveria falar da estratégia errada adotada o tempo inteiro no jogo, que fez com que os nossos jogadores corressem mais e que, se não fosse o Diego Alves, sairíamos goleados pelo poderoso San José. Foi um erro estratégico que poderia ter custado a vitória.

No jogo contra o Vasco, que o time criou oportunidades, não deveria falar da forma covarde que o Flamengo jogou, entregando a bola para o Vasco, tanto no primeiro quanto no segundo tempo porque é um time que não joga muito, teve até um bom desempenho criando as tais oportunidades e quase saiu com a vitória.

Mas o time do Flamengo não consegue definir os jogos que têm oportunidade e isso é antigo. O time, seja qual for a formação, acha que vai definir a partida na hora que quiser. Foi assim contra o Fluminense e contra o Vasco. Foi assim em outros tantos jogos nos últimos 3 anos, pelo menos. Continuará sendo assim enquanto tivermos a displicência escancarada no lance do Rodinei ou um técnico que não se conecta com a realidade, como o irônico Abel.

A pergunta que fica para mim é: até quando teremos o cenário como desculpa para o mau rendimento?  Porque o rendimento, seja qual for o time, está ruim.

Nosso próximo jogo é pela Libertadores, no Marancaã. Nossa estreia na competição em casa. Vamos ver se a ironia do técnico acaba, a atenção nos últimos momentos aumenta e o capricho na finalização aparece.

Saudações!


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