Errar é humano. Persistir no erro é Muralha.





Eu já perdi as contas. Não sei mais quantos jogos o Flamengo perdeu pontos ou posição por falhas do Muralha. Desde grandes falhas a falhas pequenas. Desde gols em jogos que ganhamos a jogos nos quais perdemos. Você tem noção do que é isso?

Depois do jogo contra o Santos, em que o Flamengo perdeu por 2x1 com duas falhas grotescas do goleiro, o resto de paciencia que se tinha com o goleiro acabou. Mesmo a pessoa que vos fala, que acha que jogador de futebol foi feito para ter redenção.

Os erros do Muralha nos custaram muito em 2017. E olha que ele não foi o goleiro titular em toda temporada. De cabeça, lembro do gol do Atletico PR na Libertadores que ele estava mal posicionado, contra o Sport, que deu a bola no pé do atacante, o gol na semifinal da Primeira Liga, que mandou abrir e tomou um gol do meio da rua (na cobrança de penalti também foi um fiasco), as cobranças de penaltis na final da Copa do Brasil que fez graça e pulou apenas para um lado, os gols contra o Santos.

A impressão que dá é que se o Flamengo não fosse tão paternalista, o Muralha já não teria entrado em campo pelo time há muito tempo. O primeiro gol contra o Santos foi para se colocar muita coisa em dúvida, inclusive a competência de quem dirige o futebol do Flamengo.

Na quinta-feira, teremos a segunda partida da semifinal da Copa Sul Americana. A dúvida é continuar com um goleiro prepotente que não enxerga a sua péssima fase e falha seguidamente ou colocar um goleiro que não joga há dois anos.

A frase do titulo do post não é a toa. A fase do Muralha não é a toa. A falta de opção para substituí-lo não é a toa.  Não é a toa que chegamos na última rodada do Brasileiro sem, ao menos, se classificar para a Libertadores.

Saudações!


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