Outro PA-TA-MAR!



Mal sabia quem reclamava da declaração do Bruno Henrique que ele estava coberto de razão: o tal do outro patamar do Flamengo se mostra cada vez mais evidente.

Mais uma goleada para a maior campanha da história de pontos corridos do campeonato Brasileiro, Bruno Henrique se aproximou de vez do Gabigol e eles juntos tem mais gols do que mais da metade dos times nesse campeonato. Se isso não é outro patamar, por gentileza, me explique o que é.

Foi uma noite de resgate para torcedor que tanto passou aperto no coração com atuações pra lá de duvidosas de diversos times do Flamengo. Noite de redenção para gente que saiu algumas vezes puto porque o artilheiro do time perdeu gol na cara do gol e poderia ter sorte melhor no jogo. Noite de celebração para o rubro-negro que sofre, apoia, se diverte e faz do Flamengo a sua alegria, a sua cachaça.

O Hepta campeonato vem coroar um time do Flamengo, que mesmo não jogando com o time dito titular, consegue ter força e desenvolver o futebol capaz de virar um jogo e transformar em goleada, mesmo com toda a ressaca, justíssima, que muitos apostavam que derrubaria a invencibilidade do Flamengo.

Particularmente, para mim, foi a celebração de um Flamengo que eu vi fazer história no Maracanã e nos campos América, um Flamengo que meu coração se encheu de orgulho e que está me fazendo muito feliz.

Ainda temos Brasileiro pela frente, ainda temos alguns acertos para fazer no time mas o Mundial vem aí. E eu que já tenho a massa e a cobertura do bolo, quero os confetes em cima dele. Afinal de contas, bolo com confete é outro patamar, né?

Saudações!

OBS.: A pessoa que vos escreve é alucinada por confete.


Jogaremos juntos pela Copa até o fim!



A frase do título do post ficou eternizada nos três mosaicos que a torcida fez nessa libertadores. E no momento mais importante da competição, a frase se fez presente. É o título de um filme que está, para sempre, no coração dos rubro-negros.

Aos 30 minutos do segundo tempo, a torcida do Flamengo que estava no estádio começou a cantar, sem parar. Incorporaram o JOGAREMOS JUNTOS, como sempre, provavelmente mais do que nunca. PELA COPA, pelo amor que faz gente comum fazer do Flamengo sua vida e que, simplesmente, acredita nele ATÉ O FIM.
E foi acreditando ATÉ O FIM que o SEREMOS FELIZES, deixou de ser um desejo para se tornar realidade na vida do povo que pede o mundo de novo. 

A frase que tanto repito, se faz (mais do que) necessária no momento: curtam o Flamengo. A gente está presenciando a história.

A virada da minha vida!



A opção de assistir o jogo sozinha não foi fácil. Da tentação de ir a um casamento ao ímpeto de assistir o jogo no Maracanã, a escolha de assistir o jogo exatamente como eu vi o jogo contra o Inter e do Grêmio fora de casa parecia a que ia me fazer sofrer menos.

Eu não lembro de ter passado um jogo tão quieta. Quieta e incrédula de que o iríamos amarelar no principal jogo do ano. Incrédula porque iríamos perder sem ter dado o melhor que podíamos. Incrédula porque o povo, que pede o mundo de novo, não merecia tamanha apatia.

A verdade é que o Ríver jogou como nunca. Mas perdeu como sempre pra gente, na Libertadores.  E, caras, como é bom escrever esse PERDEU COMO SEMPRE. Você tem ideia de quantas vezes aconteceu isso conosco?

A emoção dessa rubro-negra aqui ao ver a virada da vida dela não encontra palavras para esse momento. A virada era improvável e só quem porta o CRF rubro negro entende que poderia acontecer. Eu sei disso, você sabe disso. Nada é mais Flamengo do que isso.

Aos jogadores que entraram para a história do Flamengo, parabéns. Aos torcedores parte de uma Nação que acredita no "JOGAREMOS JUNTOS PELA COPA ATE O FIM". Vocês participaram da virada da minha vida. Participaram da virada que se tornará referência para gerações Flamengas de que nada é impossível. E isso aí, É MUITO FLAMENGO! Nunca um ATÉ O FIM fez tanto sentido.

Comemora, rubro-negro. Nós estamos vivendo a história do Flamengo. E estamos sendo MUITO FELIZES!

Um feriado de festa rubro-negra!


Era quarta-feira de um feriado no Rio de Janeiro. Poderia ser mais um feriado qualquer, se não fosse uma parte essencial na minha vida que me faz feliz. Aquela parte que me faz sorrir, me traz felicidade e que eu teria um desgosto profundo, se faltasse Ele no mundo. 

Lá fui eu, ao encontro de milhares de irmãos rubro-negros para levar boas energias, incentivo, amor para àqueles que irão nos representar na final da Libertadores. Nada mais justo que o povo, que tanto pede o mundo de novo, dar a sua contribuição nessa epopéia. 

Mal sabia eu que minha participação na festa estava prestes a acabar. De nada adiantou correr até o carro para seguir em carreata até acabar a buzina do carro, fazendo festa pelo Rio de Janeiro. Com o carro rebocado, meu destino foi o depósito da prefeitura para resolver questões burocráticas e me afastar do meu feriado de festa. 

Falando em festa, ainda não consegui pensar num adjetivo bacana que não descreva a linda, maravilhosa, surreal, espetacular, bonita que a Nação fez. Será que agora vai se entender a resposta da pergunta "Que torcida é essa?". Será que agora se entenderá que a Nação faz a sua própria festa, faz a sua propria diversão e quem quiser se divertir, é só se juntar a ela?! Vem nesse mar de amor! 

Mar de amor, vermelho e preto, foi o que eu vi, já pela TV, almoçando as 4 horas da tarde. Ao olhar para TV e ver a Nação praticamente levando os que nos fazem felizes até o embarque, com o coração acelerado, cheio de fé e esperança, não pude deixar de pensar que estou vendo a história diante dos meus olhos. E eu tô curtindo, como sempre, a imensa alegria de ter o CRF no peito, de fazer parte de uma Nação e de ter o Flamengo de uma forma tão linda na minha vida. 

Esses dias tem sido de celebração do Flamengo. E Ele, meus amigos, se deixa celebrar a vontade! 

Boa sorte, time. Que vocês voltem ao solo brasileiro com mais uma etapa cumprida, de dar o mundo de novo, pro seu povo, que tanto lhe quer bem. 

#VamosFlamengo