21 de novembro de 2021

Gostei mas pode melhorar!


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O jogo contra o Internacional foi um jogão. Oportunidades de lado a lado, jogadores que vinham abaixo da média jogando em alta performance, Flamengo dando gosto de ver jogar num período do jogo. Porém, ainda assim, acendeu em mim algumas coisas que não posso deixar de falar. Sabe o tal gatilho que tanto anda na moda? Então.... Despertou vários gatilhos que fiquei preocupadaça para a final da Libertadores!

O futebol trocação é muito bonito de se ver quando os jogadores têm pernas para fazê-lo. É bonito também quando nosso time aproveita as oportunidades. E nao é preocupante se não deixa buracos na transição de meio de campo x defesa, com jogadores atrás da linha da bola. A verdade é que o Flamengo, mesmo com os três pontos e com atuação melhor do que muitos jogos recentes, não pode deixar um adversário dar mais de 15 conclusões a gol, nem perder as chances que perdeu no jogo de ontem. Não há futebol bonito que me convença de que isso é competitivo. Não é. Não é sempre que teremos uma boa atuação do goleiro nem zagueiro salvando gol quase em cima da linha.

É preciso corrigir o buraco que fica quando o Flamengo perde a bola. Uma das formas é ter sempre jogadores na frente da linha da bola, custe o que custar. Deveria ser a primeira recomendação tática do time do Renato Gaúcho. A outra deveria ser Arão e Andreas aproximar do ataque e linha de zaga aproximar do Arão e Andreas. Eu sei que é fácil falar de fora mas isso PRECISA ser ensaiado.  O ataque resolve. Everton Ribeiro descansado é outro jogador, posição do Vitinho (um dos melhores em campo) é mesmo substituindo Arrascaeta - jogando entre as linhas - e Michael é substituir Bruno Henrique, pela esquerda. Não teve uma atuação mas infernizou o lateral direito deles, que nem foi ao ataque.

O jogo movimentado também mostrou para quem quisesse ver que a preparação física do Flamengo vai bem, obrigada. O time do Inter ficou sem perna na metade do segundo tempo, enquanto o do Flamengo não sofria tanto. Além disso, mostrou que o ataque precisa parar com individualidades e jogar com o coletivo. Parou para observar quantas bolas foram concluídas para o gol que o passe pro companheiro era a melhor alternativa?

Para um ensaio geral, gostei do que vi. Óbvio que há coisas para se consertar, principalmente o que falei acima: transição ataque x defesa, menos individualidade dos jogadores, menos trocação.

Agora, é hora de trazer os meninos pra casa (esse refúgio no Rio Grande será ótimo), muito PS5, jogo de cartas e informação sobre jogos e jogadores adversários. A glória eterna está logo ali!

Vamos, Flamengo!

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